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O PODER TRANSFORMADOR DA DANÇA

 

Hoje o Studio Giselle vai contar a história de 3 mulheres que resolveram colocar a dança em suas vidas após os 27 anos de idade.

 

>> Karen Satie Takahara, 32 anos. Formada em Direito e atualmente trabalho como assistente judiciário.

 

>> Joice Carvalho, 32 anos, começou o ballet aos 27. Formada em Administração de empresas pela Universidade de São Paulo, atualmente atua como gerente de Marketing na Ambev, é casada e mãe do Pistache.

 

>> Carolina Souza, tenho 39 anos e sou Engenheira Civil. Hoje trabalho como compradora na Botoclinic, uma rede nacional de harmonização facial e botox.

 

Essas 3 mulheres incríveis contam com detalhes a sua relação com a dança, com o dia a dia de aulas, ensaios e espetáculos.

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Karen Satie Takahara, 32 anos. Formada em Direito e atualmente trabalho como assistente judiciário. 
Tenho 2 irmãs, 13 e 10 anos mais velhas, que sempre foram apaixonadas pelo Ballet. Minha infância toda, portanto, foi envolvida nesse mundo tão contagiante e enérgico. Participava das aulas, ensaios e estava presente em todos os espetáculos. Elas com seus 16, 13 anos e eu com 3. Sabia todas as coreografias, músicas e amava me espalhar nelas. Até que um dia, quando finalmente havia chegado o meu momento de participar de uma aula com uma turma da minha idade, inexplicavelmente, no segundo dia eu já não queria ir mais. Os anos foram se passando e eu acabei indo para o lado da ginástica artística e por lá passei minha juventude. Me sentia realizada? Sim, eu amava, mas a vontade e o prazer em dançar falava mais alto mesmo na ginástica. As aulas de coreografia e ballet sempre faziam o meu dia mais alegre. Até que aos 13 desisti da ginástica, foquei em outros interesses e a vida seguiu. Aos 27, a paixão pela dança foi aguçada novamente. Procurando escolas de ballet para adulto iniciante, encontrei o Studio Giselle; uma escola na qual me reencontrei com o mundo da dança, um lugar no qual em meio à correria do dia a dia, consigo ter momentos, apesar de desafiadores, muito gratificantes, recompensadores e felizes.

Joice Carvalho, 32 anos, começou o ballet aos 27. Formada em Administração de empresas pela Universidade de São Paulo, atualmente atua como gerente de Marketing na Ambev, é casada e mãe do Pistache.

Sempre fui apaixonada por dança, mas quando criança acabei fazendo outras atividades e com o passar do tempo me desconectei das "artes"... mais velha, mesmo tendo muita vontade de aprender ballet clássico, sempre tive muita vergonha e receio de começar numa turma de crianças/adolescentes e me sentir deslocada. Comecei o ballet aos 27, por influência de uma amiga do trabalho que é bailarina e me incentivou a procurar aulas para adultos.
Minha primeira e única escola foi o Gisele :) Para mim, o ballet é uma ferramenta muito especial de conexão com o meu corpo, mas também um jeito de entrar em contato com o mundo artístico, com a poesia, a música - coisas que ainda trago no meu dia a dia, mas de forma menos atuante. Começar a dançar na vida adulta é um desafio enorme, porque os conceitos e a técnica são desconhecidos, mas também porque é preciso gerenciar as expectativas entre o que se vê e o que se consegue fazer... é preciso encontrar, acima de tudo, prazer naquilo, porque do contrário pode ser uma fonte de frustração. No meu caso, ter uma turma 

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nivelada e professores que usem uma linguagem compreensível ao aluno adulto foram fatores essenciais pra eu não desistir. O jeito de aprender muda e nosso corpo também reage de maneira diferente quando comparados às crianças e o papel do professor é, claro, ensinar e corrigir, mas também motivar e adaptar os exercícios para sentirmos que estamos evoluindo. 
Me sinto muito feliz ao me ver acompanhando melhor as aulas, ao sentir meu corpo mais alinhado, mais flexível e mais forte, mas acima de tudo, em ter criado um momento meu em meio ao dia a dia tão corrido. Dividir as aulas com as meninas e a professora é um jeito de me transportar, relaxar, respirar novos ares...
E olha, uma coisa que eu SEMPRE FALO, tipo meu depoimento coringa, é que eu, que nunca tinha calçado uma sapatilha na vida, já dancei no mesmo espetáculo que a Ana Botafogo.

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Carolina Souza, tenho 39 anos e sou Engenheira Civil. Hoje trabalho como compradora na Botoclinic, uma rede nacional de harmonização facial e botox.
Comecei primeiro no jazz e depois ingressei no ballet, ambos em 2015, com 33 anos, na escola Studio Giselle em São Caetano do Sul.
Na época queria fazer algum exercício físico, que além de músculos e massa magra, me trouxesse conhecimento (não que hoje eu tenha ambos mas... rs a gente tenta!!!).
O grande desafio, além da parte técnica, é a aceitação de que você vai errar, mesmo praticando muito... o erro vem e você tem que lidar para tentar de novo e talvez acertar...
Usar collant após os 30, também não é fácil, rs
O que ganhei do ballet após esses anos? Além de uma joanete no pé direito, foi a convivência com mulheres incríveis, distintas, abertas a aprender uma nova arte, errar e a rir disso tudo!! Rir muito... e muito! Rs